Sábado, 4 de Julho de 2009

Seria este o fim de José Sarney???


Seria este o fim de José Sarney???

Como dizia a antiga propaganda do governo federal “Eu sou brasileiro e não desisto nunca”, eu durante um tempo nunca desisti de pensar na política nacional sem o Sarney por trás dela. Pois numa jogada típica de primeiro de abril, ou seu equivalente próximo e recente o 25 de junho, data do falecimento do MJ, que Sarney nunca ficaria em cima de uma corda bamba, com o sério risco de ser processado por seus pares (está bem, eu acredito em Papai Noel!).

Como em reviravolta de “final de novela das 8”, a mar não está para Sarney, desde meados de junho, a grande imprensa brasileira (ou como o PHA a chama PIG), está incessantemente no pé do nobre senador, pois ele indicou durante uma das suas muitas presidências do senado, um dos diretores nomeados por ele, Agaciel Maia (e que fique bem claro, ele e os chamados atos secretos, são subordinados ao DEM), foi pego em flagrante de corrupção ao descobrir-se a posse de um apartamento milionário.
Pois após uma “investigação minuciosa” da mídia (esse não seria o papel do Ministério Público?), descobriu-se que essa grana, assim como a de vários outros diretores, funcionários subordinados e coisa do tipo, eram provenientes de atos secretos, atos que não seriam divulgados pois colocariam em risco à segurança nacional ao expor os meandros de funcionamento do Senado.

Desde esse escândalo, a mídia tem ficado no pé de Sarney como nunca em toda a história do país, para aqueles que acreditam em teoria da conspiração (que nesse caso é a pura verdade, só falta confissão para grampos falsos), Sarney só está sendo queimado vivo, pois sua queda permitiria à José Serra e seu partido nazis...(desculpa força do hábito), PSDB, ganhar duas batalhas, a primeira seria a de finalmente instaurar a famigerada CPI da Petrobras, que segundo o mais prolixo do tucanos, promete não deixar pedra sobre pedra do governo Lula. O segundo obviamente é tentar enfraquecer lideres do PMDB que são a favor de uma aliança entre PT e PMDB, para que lideranças que desejam aliança com o PSDB, como um tal de Orestes Quércia (vulgo cara de cavalo).

Se Sarney irá finalmente cair, e ver seu poder político definhar, não é meu papel dizer, o que dá para pensar é que infelizmente devido ao seu peso político (é ser Rei do Maranhão e príncipe regente do Amapá, não é para qualquer um), farão com ele o mesmo que foi feito com Renan Calheiros, retira-lo da presidência, colocar um senador tampão, e preservar de certa forma o poder dele.

Ou então, numa opção radical, a grande mídia consegue derrubá-lo, mas fica a dúvida se com sua queda a CPI da Petrobras será instaurada, e se uma vez instaurada ela vai ser o apocalipse petista ou não.

O que me parece é que na Guerra de 2010, o PSDB está disposto à tudo, até a tentar cortar da sua própria carne (elite sempre ajuda elite, e José Sarney, nada mais é do que elite), para tentar evitar algo que o ex-PFL viveu em 2006 e perder algumas vagas de senadores, devido à desgaste político de alguma de suas figuras como Artur Virgílio (depois do discurso de terça feira passada, e do episódio em que ele subiu em cima da mesa, nenhum ser que saiba ler no Amazonas votará nele), e outros notórios senadores da região Norte.

Talvez seja a popularidade de Lula batendo os 85%, e que provavelmente mina qualquer um que bata nele (é impressão minha ou o número de exemplares vendidos pela grande mídia tem caído?), talvez seja a crise perdendo cada vez mais o fôlego internamente (enquanto que no resto do mundo ela ainda mina a economia mundial), é difícil dizer o que está levando o PSDB a tamanho desespero. A tentativa incessante de derrubar Sarney pode até se virar contra ele, e minar a popularidade tucana.

Partir para medidas drásticas, leva a resultados drásticos, a política como a conhecemos demanda pragmatismo sempre, evitando todo e qualquer radicalismo. Política partidária de democracias representativas demanda cuidado e zelo ao tratar com o eleitorado, que historicamente tende a fugir desses radicalismos, e aprovar o pragmatismo. O eleitorado nacional, principalmente do nordeste e do norte, assim como todos aqueles de baixa renda, que viram seu poder aquisitivo aumentar, pelo crescimento econômico, tende a votar nos candidatos que defendam essa nova posição, e não em um que já teve a chance, mas jogou ela fora em nome de benefícios econômicos, e exigências de grande potencias.

Apesar de toda a visibilidade que José Serra possui, essa estratégia de tentar minar essa revolução que o governo Lula permitiu a redistribuir uma parte da renda do governo com a população mais desfavorecida, e de defender a visão, e ideologia de uma elite que domina o país há séculos, pode no final acabar permitindo a eleição da primeira mulher presidente do Brasil, tornando Lula o primeiro presidente brasileiro a eleger o seu sucessor.

João Vicente Nascimento Lins 04/07/2009


Obs: créditos dos links:

http://www.paulohenriqueamorim.com.br/

http://www.viomundo.com.br/

http://brasiliaeuvi.wordpress.com/

http://pedrodoria.com.br/
http://noticias.uol.com.br/escandalos-congresso/ (embora este eu não recomende, afinal é oriundo da grande mídia, ou seja é tendencioso por excelência)
Créditos da imagem: http://blogdomangabeira.zip.net/ através do: http://brasiliaeuvi.wordpress.com/

Terça-feira, 16 de Junho de 2009

O desespero tucano


Nesse post o jornalista Paulo Henrique Amorim esmiuça um pouco o desespero tucano para a criação da famigerada CPI da Petrobrás.
Para este ser que vos escreve tal desespero lembra bem a velha e conhecida história do menino rico que vai brincar de futebol com os meninos mais pobres, e leva a sua bola, como dizem as lendas urbanas, os meninos mais pobres sabem jogar futebol melhor que os mais favorecidos, o garoto rico no caso, ao levar um banho dos menos favorecidos, resolve pegar sua bola e ir embora para deixar de ser humilhado.
É ou não é algo parecido com essa tentativa de criar a CPI da Petrobrás?
Depois do massacre ocorrido na USP há uma semana, a certeza é de que pelo menos se Serra for candidato, ele não será eleito, a não ser que ele finalmente legitime sua posição de ditador, e apoiado pela "república Morumbi-Leblom" e por passeatas do movimento "CANSEI", ocorra novamente um golpe de Estado, tudo para que "esses nordestinos, pobres e comunistas, além de tudo corruptos, deixem de macular o governo desse país.

Sábado, 13 de Junho de 2009

Pergunta sem resposta



Nesse post do jornalista Luís Nassif, sobre o aumento dos gastos com salários do governo José Serra, o enxerto que merece destaque é algo dito "pelo maior intelectual de todos os tempos FHC:

- Os gastos correntes do governo, especialmente com pessoal, são muito preocupantes, em um momento de retração fiscal. O governo precisa tomar medidas. Como não é possível mais se aumentar impostos no Brasil, é preciso conter gastos.

Agora deixa eu ver se esse asno que vos fala compreendeu bem o que foi dito. Em tempos de crise, com dificuldades de arrecadação, pois as empresas pagam menos impostos, quem tem que sofrer são os servidores públicos paulistas, e seus salários nunca reajustados?
Para a "mente mais iluminada" da face do universo é o que parece. Em momentos de crise, que ameaça ser uma época da chamada estagflação (a mistura de estagnação da economia, com aumento de preços, justamente pela diminuição da demanda das industrias), quem tem que perder poder de compra são os servidores públicos?
Para este ser que vos fala, sempre existiu uma dúvida na minha cabeça, por que os governos tucanos odeiam tanto o funcionalismo público? Seria trauma de FHC, que durante a época da famigerada ditadura brasileira (ditabranda para a direita), era funcionário público, e devido a provavelmente burrice do diretor do órgão responsável por demitir FHC da USP, e exila-lo onde de fato e direito (para ele) ele merece morar (Paris).
Afinal como até mesmo o meu priminho de 4 anos deve saber, FHC nunca foi de esquerda, ele vive corrigindo prefácios de seus livros, quando os mesmo indicavam a utilização do materialismo histórico dialético, como instrumento de análise da realidade.
É incompreensível, se é por que funcionários públicos, devido ao conhecimento que necessita para passar nas provas, sabe mais, e também sabe que não precisa baixar a cabeça para um governante, por que seu patrão é o Estado e não o governo? Provavelmente é uma soma do que acabou de ser dito, com a pressão que as empresas de terceirização de emprego, fazem para os tucanos privatizarem todos os aspectos do serviço público. Caso Serra seja eleito presidente da república, ele vai vender o Palácio do Planalto para a cadeia de hotéis Hilton, e como diz o PHA, o bolsa família para o Wal Mart.
Se está na constituição, que os postos necessários para o funcionamento pleno do Estado, devem ser os mais aptos, passando claro por uma prova seletiva, que eles sejam os mais aptos e com maior conhecimento, a terceirização no serviço público, não irá diminuir a corrupção, muito pelo contrário, com só o ministro, ou secretário, responsáveis, será muito mais fácil de desviar a quantia desejada. A contradição brasileira é tão grande, que a burocracia não permite um desvio maior dos cofres públicos, mas em alguns casos até evita.
E como as respostas para a pergunta central, ficam na casa da suposição (por que político tucano, ainda sim é político e nunca revela a verdade absoluta dos fatos, a dúvida permanece, por que tanto ódio, e vontade de acabar com os funcionários públicos????

Crédito da imagem: http://www.paulohenriqueamorim.com.br/

A eleição mais importante dos últimos tempos!



É parece que o mundo vai acabar mesmo, agora você me pergunta o por que? Bem parece que um certo candidato radical, foi reeleito presidente em um país islâmico. Corram para os hipermercados e lojas de conveniências abertas, saquem todas as suas economias, entrem em seus abrigos anti-bombas, a (sic) república islâmica "nuclear" do Irã ou vai atacar Israel, ou Israel vai ataca-la para se defender, e isso por si só já representa possibilidade de Guerra Atomica.
Vamos aos fatos, o
Irã não tem bomba nuclear, e mesmo se possuísse, não deveria existir problemas, como uma republica soberana, qualquer coisa que seja feita dentro de suas fronteiras é de inteira responsabilidade do Estado, assim como é possível fazer o que bem entenda, desde dentro das suas constituições e de tratados internacionais.
Se existir ogivas aptas a serem colocadas em mísseis balísticos e esse mesmo podem ser apontados para qualquer lugar do planeta, não deve haver problema, afinal de contas de do dia 06/08/1945 que a humanidade perde sono com a possibilidade de ser aniquilada em poucos segundos com a utilização de apenas uma bomba, a tecnologia de bombas
atômicas mudou totalmente as regras da Guerra, e trouxe uma disparidade gigantesca para as relações entre nações, as grandes potencias restantes após a 2ªGuerra impuseram para todo o mundo todas as suas vontades para as nações que não possuíam suas bombas atômicas.
Não por sinal o mundo viveu uma guerra
ideológica de criação de zonas de influencia, os modos de produção pós-capitalistas foram chutados para os livros de história, e o que restou foi os EUA liderando um processo, nomeado de "globalização", que teve mais cara de imposição das industrias estadunidenses, e européias, para todos os países em desenvolvimento, enchendo esses países com seus produtos, e devolvendo todo e qualquer lucro para suas matrizes. Foi um processo de quase neoneocolonialismo, o colonialismo de uma nação pela outra, foi substituído pelo das grandes corporações, resultando nos ricos ficando cada vez mais ricos, e os pobre cada vez mais pobres.
Por todo o mundo
sub-desenvolvido surgiu a pergunta, como resistir a essa invasão cultural e economica? Como proteger as riquezas das nações, distribuindo para a população, ou para a burguesia desses países. Cada nação que conseguiu barrar um pouco essa invasão encontrou uma maneira, a Venezuela, utilizou-se da mentirosa chantagem de não vender o precioso petróleo para os EUA, resultando na permanência (ainda que sofrendo críticas da fajuta comunidade internacional, que apenas segue ordens do chefe, os EUA) de Hugo Chavez, e em seu projeto de nacionalizar as riquezas nacionais e redestribuir.
Outra nação petrolífera, o Iraque de
Sadan Hussein, que nacionalizou a produção de petróleo nos anos de 1970, resultando em um controle maior da produção, e preços maiores para os grande conglomerados do petróleo na hora de comprar, a solução para esse problema, invasão completa, queda do ditador, guerra civil, atentados terroristas e o caos no dia-a-dia, mas pelo menos a prospecção de petróleo no Iraque está na mão das maiores empresas do setor.
O
Irã, não por sinal, vizinho do mesmo Iraque, e irmão em maioria da mesma "seita"(a palavra certa seria divisão) do islã, o xiismo, ficou ameaçado, por que como outros países, teve o azar de surgir em cima de uma das maiores reservas de petróleo do mundo (no caso a 4ª), e por que desde 1979, quando a maioria xiita, liderados por um líder religioso, o Ayatollah Ruhollah Khomeini, derrubando o regime extremamente violento, aliado das empresas petrolíferas anglo-americanas, e não por sinal posto no poder, por um golpe da CIA em 1953, derrubando o primeiro ministro Mohamed Mossadeg, que havia nacionalizado a prospecção do mesmo petróleo.
Os
aytollahs decidiram ser mais espertos, e ao nacionalizar, também mostraram que não iriam apanhar do ocidente, sem revi dar, e até hoje em dia, após a crise dos reféns de 1979, os EUA e o Irã não conversam na "mesma língua". Após a invasão do Iraque em 2003, comandada por George W. Bush (mais conhecido por juninho), filho do então, em 1979, diretor da CIA, George Bush, deu como recado, que caso os ayatollahs não abrisse seu mercado aos horríveis produtos de seu país, e não voltasse a deixar as "heróicas"empresas de petróleo, para explorar suas reservas, eles claram, seriam os próximos, não por sinal foram incluídos no nefasto (tirem as crianças da sala) eixo do mal.
A solução do governo do
Irã, foi apelar para a antiga diplomacia atômica, ou seja, precisamos ser auto suficientes na criação de ogivas nucleares, para que tanto os EUA, quanto o seu 52ª Estado, também conhecido pelo codinome de Israel, não invadisse seu amado país.
Este
blogueiro é contra armamentos nucleares, mas como nação soberana, o Irã pode criar suas armas, e até como forma de mostrar para os EUA, que sim, nem todos os países do mundo serão seus "cachorrinhos".
Mas acontece que apesar dos novos ares que a eleição de Barack Obama represente, e por mais que os nefastos
neocons, tenham perdido espaço, já começa o borbardeio por parte da direta estadunidense (representada por Dick Cheyne), comece a chamar Obama de fraco na hora de lutar contra (tirem novamente as crianças da sala) terroristas, que podem destruir as casas dos suburbios dos EUA, o Irã querer resistir às tentativas de ser dominado pelos EUA, pode ser utilizado como desculpa para incentivar os "red necks WASP" a pedirem por mais guerra, aumentando os lucros das empresas de armamentos em época de crise.
Por esse motivo, a eleição, aparentemente ganha por
Mahmoud Ahmadinejad, e que não modifica o governo do Irã, é tão importante, para poder tentar entender até que ponto, Irã e EUA estão dispostos a chegar a um acordo, para poder evitar derramamento de sangue, e também para tentar desarmar a nova ofensiva da direita dos EUA, como um cientista não deve fazer previsões, o máximo que devo fazer, é esperar e ver até que ponto o mundo mudou, até que ponto ambas as partes possam se entender para trazer benefícios mutuos, e acabar com esse radicalismo extremado de ambas as partes que tanto sofrimento traz ao mundo.

Créditos da imagem: http://stopsocialism.wordpress.com/tag/iran-goes-nuclear/

Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

Diazinho difícil esse heim?

Diazinho difícil esse heim?
Blogueiro vendido tentando difamar um dos jornalistas mais integro do país:
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/08/a-turma-do-anonimato/

Seguido de mais
uma enxurrada de duelos entre jornalistas sentindo-se traídos pela
petrobrás fazer o que é de direito dela, defender-se:

http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/eugenio-e-claudia-respondem-ao-mesquita/
http://brasiliaeuvi.zip.net/arch2009-06-07_2009-06-13.html#2009_06-09_16_07_49-8399269-0

O PIB brasileiro diminuindo de ritmo, mas ainda sim menos do que o resto do mundo(acreditem essa foi a melhor notícia do dia):
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/09/pib-cai-menos-que-o-esperado/

E para fechar a notícia mais lamentável de todas, o massacre ocorrido na USP:
http://www.idelberavelar.com/archives/2009/06/urgente_policia_de_jose_serra_espancando_e_bombardeando_estudantes_na_usp.php
http://tuliovianna.wordpress.com/2009/06/09/a-irresponsabilidade-de-se-mandar-policia-a-um-campus-universitario/

Se o resto da semana for igual a essa terça feira, preparem o seus corações!

Terça-feira, 2 de Junho de 2009

Pergunta básica

Pergunta básica, se um sindicato de trabalhadores, como entidade máxima de luta contra os maléficos patrões capitalistas, faz um acordão com o governo comprometendo-se a não entrar em greve até 2015, o sindicato torna-se pelego, não?
Ou então ele torna-se dono de uma parte importante da empresa, e responsável pelo seguro saúde e social dessas mesmas empresas?
Isso tudo acontecendo na industria automobilística da maior economia capitalista do planeta, pois isso foi o que aconteceu com UAW o sindicato dos trabalhadores da indústria automotiva.
Isso tudo para assegurar os empregos de parte desses trabalhadores, quem diria que a solução para os trabalhadores seria justamente se tornar empregados dos sindicatos, o problema acho que agora é como segurar os líderes sindicais para não roubarem o pouco caixa das montadoras e também para não se viciarem no imenso poder que possuirão.
Quem saiu ganhando nessa história, sem dúvida foi a FIAT, que absolveu uma das maiores montadoras estadunidenses e ainda vai poder fazer o que bem entender com os funcionários sem correr risco de greve, no final não é que o capitalismo e o neoliberalismo estão agonizando, eles estão assumindo uma nova roupagem em muitos sentidos mais animal e assustadora.

Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

Sobre o terceiro mandato

A democracia representativa é a forma de governo na qual muitos escolhem seu representante para governar o Estado. Dito isso não vejo mais problemas se for da vontade geral da população de que o governante possa ir para um terceiro mandato.
Mas acho que isso deveria se decidido por voto direto(referendo) e não por acordão no congresso. Afinal só existe medo de ditadura com um terceiro mandato, caso as instituições do país, como a constituição não sejam sólidas o suficiente.
Se vivemos em um país na qual o poder do Estado está devidamente dividido entre 3 poderes equivalentes, sendo papel deses 3 poderes se auto policiar, então o governante eleito pela população pode se candidatar a quantos mandatos ele quiser, afinal os outros poderes vão garantir que ele não usurpe o poder dos outros.
Só tem medo de reeleição infinita o país que não confia em suas instituições, e no poder dela de regular a democracia, é simples. Nos EUA foi assim até 1945, e o mundo não acabou por isso.
Mas na Venezuela é ditadura e na Colômbia não? faz me rir o Uribe é muito mais ditador do que o Chavez. N que eu seja fã dele, afinal ele n quer acabar com a política(o verdadeiro pai da desigualdade entre os homens) cometendo o mesmo erro da URSS, quer ser marxista seja, mas pelo menos leve a revolução até as últimas conseqüências, e não fique viciado com o poder e nunca mais o devolva a quem de fato pertence, o povo.